Europa: Parte 2

No dia seguinte, madrugamos, literalmente, e fomos para estacao de trem.
Viajamos para Franca de trem-bala. A viagem foi super rapida, 2h20. O engracado e’ que nao lembro de ter visto mar nenhum no caminho. hahaha… talvez tenha sido porque eu cochilei, quem sabe…

Chegando em Paris, eu fiquei super aliviada porque nao precisamos passar pela imigracao. Nao sei por que nao tinha fiscal nenhum. Foi otimo, claro, porque eu ja estava bem traumatizada da minha experiencia anterior.

Nao falo frances. A moca do balcao de informacoes nao fala ingles. Mimica.
O guarda da catraca do metro nao falava ingles tambem. Mimica.
E assim foi a viagem toda!

No primeiro dia visitamos o Place de la Bastille, um monumento. Fomos a Sainte-Chapelle, uma capela. A maior fila e quando entramos la, nao tinha nada demais! Detalhe que foi la que compramos nosso Paris Pass. Eu pedi dois passes e ai falei que iriamos pagar separado. A mulher do caixa quase avancou em mim e falou num tom muito grosso que quando eu quisesse pagar separado, eu deveria comprar separado. Ja sei de onde vem a fama dos franceses…
Visitamos o Palacio da Justica, que fica ao lado da capela. De la, fomos a Catedral de Notre Dame.
Fizemos um tour que achei super interessante. A guia explicou os simbolismos das pinturas e esculturas que decoram a catedral.
Depois disso fomos ao Partenon, passamos pelo Jardim de Luxemburgo e de la fomos para o Museu do Louvre.
O museu e’ gigante. Eu adoro passar o dia num museu para conhece-lo todo, mas para conhecer o Louve inteiro eu precisaria de uma semana!
E e’ claro, ja entramos la procurando a Monalisa!
O interessante e’ que ha varios avisos indicando o local. E’ a unica obra protegida com vidro, faixa de contencao e ha ainda seguranca em volta.
E sinceramente?! Nada demais… Quer dizer, o quadro nao e’ grande e nao podia chegar perto para ver direito, entao eh como se eu estivesse vendo qualquer outra reproducao dela.
O engracado e que acabou virando piada entre a gente o resto da viagem, e’ que la no saguao, obviamente, havia muitas pessoas querendo ver a obra e o mais importante: bater foto. Nos estavamos la, tambem tentando tirar a nossa foto e ouvimos um brasileiro [eu ja aprendi que brasileiro tem em todo lugar] reclamando. Ele estava super incomodado com as pessoas que so queriam tirar foto da Monalisa e que nao sabiam "apreciar" a obra. Dizia que as pessoas nao entendiam arte, bla bla bla e que nao se importavam com a apreciacao da arte. Estava querendo dar uma de intelectualzinho.
Agora, eu vejo reproducoes do quadro da Monalisa desde que me conheco por gente. Preciso ir ate o Louvre pra apreciar?! hahahahaha… Eu vou eh tirar foto mesmo! E vai tentar apreciar alguma coisa com todo mundo querendo sua foto… hahahaha… so rindo mesmo!
Voltamos para o hotel tarde da noite, porque nso perdemos no metro [muita estacao, muita conexao].

No segundo dia em Paris, fomos ao Chateau de Versailles. No caminho, fomos paradas por um casal pedindo informacao de como chegar la e veja so, eram brasileiros! Fomos conversando o caminho todo.
Visitamos o palacio, o jardim que e’ realmente lindo e ja voltamos para Paris.
Paramos num parque/jardim e fizemos um lanche por la. Ate parecia ser muito normal pra mim sentar na grama pra fazer um pic nic em Paris!
Ai, visitamos o Hotel Royal des Invalides, construido para abrigar os veteranos de guerra. Passamos pelo Musse L’Armee, que mostra armas de guerra e afins e pela "igreja" onde Napoleao Bonaparte esta sepultado.
Fomos, entao, ao Musee Rodin. E’ um museu bem pequeno, mas super bacana.
Chegamos, enfim, ao Arco do Triunfo. Subimos no arco e detalhe: elevador era so pra deficiente, nos tivemos que subir de escada!
A visao de cima do arco e’ bem bacana. Da para ver as ruas saindo dele e formando a cidade.
Passeamos um pouco pela Champs-Elysees e fomos ao Trocadero, um lugar bem estrategico para se tirar fotos da Torre Eiffel.
Falando dela, acho que e’ um dos poucos pontos turisticos que nao me desapontou. Eu sempre acho que e’ tudo maior, mais bonito e mais legal do que realmente e’. Mas a Torre nao, ela e’ do tamanho e tem a beleza que imaginava. E de hora em hora ela tem um pisca-pisca que dura cerca de 3 minutos. Achei lindo quando vi aquele torre piscando!
O ultimo dia nao foi muito produtivo. Era feriado, entao estava quase tudo fechado, com excecao da Torre Eiffel. Fomos para la. A gente nem via o fim da fila! Depois de 1 hora, conseguimos subir. Compramos o ticket pra ir de escada, porque a fila estava menos. Setecentos, isso mesmo, setecentos degraus. Ate o segundo andar da torre, claro! De la, compramos o ticket pra subir de elevador ate o topo.
Acho que subir na Torre eh um "must do" para quem visita Paris, mas eu achei besteira. O legal nao eh subir na Torre, e’ ve-la. Resumindo, gastamos umas boas 3 horas la. Depois disso, so deu tempo de ir de novo ao Trocadera bater mais umas fotos da torre durante o dia, passamos pelo Moulin Rouge e voltamos ao hotel.
De la, foi uma correria para ir ate a estacao pegar o trem para ir para Italia. E’ que a gente nao sabia muito bem onde era a estacao e estavamos atrasadas, alem de tudo.
Nunca vi uma estacao de trem internacional tao pobre na minha vida! ahahaha…. Ah, e nao contei qual foi minha primeira visao de Paris. Chegando na estacao de trem, vimos varios muros pichados! Me senti indo para a extrema zona leste de Sao Paulo! ahahahaha…
O importante e’ que conseguimos embarcar e a Italia fica para o proximo post!

Momentos estranhos:
– Paramos para comer numa escadaria perto do Rio Senna. Tinha um cara sentado la tambem. Quando estavamos indo embora, ele nos aborda e diz que eh um estudante russo que mora em Paris e se oferece para ser nosso guia na cidade. A gente estava tentando de livrar dele, e ele insistia que podia acompanhar a gente… nossa, que trabalho pra ele se tocar e ir embora!
– A Kamila perdeu o bilhete de metro dela e estava olhando no chao proximo as catracas pra ver se o achava. Do nada, dois franceses se aproximam e comecam a tentar falar com a gente. Comecaram a falar que a gente nao precisava de ticket pra pegar metro, que era so pular a catraca. Ai, eu perguntei o que a seguranca achava disso e eles reponderam que nao tinha problema algum. Resolveram provar e pularam a catraca. A gente disse que nao iria pular, mas eles nos conveceram a baixar por baixo… hahahha… foi muto engracado! Eles eram muito bem humorados… Detalhe que a Kamila foi tentar fazer isso de novo e nao eh que tinha um fiscal bem do lado?! ahahaha…
Para quem reclama de Sao Paulo, tente pular a catraca do metro para ver o que acontece… E eu notei que as pessoas realmente pulavam a catraca em Paris…
– Paris foi o lugar das coisas estranhas. No hostel, havia uma menina muito estranha no nosso quarto. Estranha mesmo. Nao dizia coisa com coisa. A gente so nao dormiu com um olho aberto e outro fechado com medo dela, porque o cansado era muito… hahahha
– Nao para por ai. Estavamos sentadas comendo nosso lanche no jardim do Chateau de Versailles. Passa um frances e pergunta de onde somos. Respondemos e ele fica todo animado [nao entendo essa tara por mulher brasileira… ahuahauahua]. Comecou a puxar a assunto, meio bobo. Ele era meio doido. Perguntou se estavamos precisando de namorado. Nao. Ai, sentou do meu lado e me pediu um beijo como "um souvenir do Brasil". Cada doido…

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